Paspalhos sorriem em mim
De dentro do meu ego
se explodem
se lançam em chamas
levando...lavando
apagando o borrão expressado
penetrando no adormecido
sonho que esqueci
numa esquina distante
agora renasce
em notas clássicas
dentro de mim
do meu ser amado
que se esquece
e se troca por papel rasgado
copiado, clonado, xerocado
sem mais piedade
de mim ou de quem vir
afasto os demônios dos piolhos
que um dia deixei morar
e por mais que me suje no barro
uma luz não deixará de surgir
do fundo
de minha alma
do meu desejo mais profundo
de ser
feliz
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